Existe um consenso mundial de que as alterações climáticas provêem das crescentes emissões de gases de estufa. O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (PIMC), um grupo de especialistas criado pelas Nações Unidas, prevê um aquecimento na Terra até 6.4º Celsius ainda este século.
Como resultado, o degelo coloca em risco o futuro da vida selvagem, como é o caso do urso polar, enquanto que à volta do Equador, os desertos se expandem. As inundações aumentam com a subida dos níveis do mar, ficando ameaçadas a saúde pública e a saúde da economia global.
A natureza e o ritmo das mudanças são de tal forma rápidas que exigem uma actuação imediata, de forma a reduzir o risco de inundações localizadas, subidas dos níveis do mar, escassez de água potável e sérios impactos no funcionamento da economia global.
A extensão das alterações climáticas fez com que os governos agissem imediatamente e criassem objectivos comuns de redução dos gases de estufa através do Protocolo de Quioto em 1997. A União Europeia acredita que em 2012 as emissões estarão 8% mais baixas do que em 1990.